Poupar dinheiro para situação de desemprego

O desemprego continua com números preocupantes e mesmo quem tem emprego sente-se inseguro porque a situação económica do Pais está bastante instável. É muito importante para quem tem condições , criar uma poupança de pelo menos 6 meses cujo valor corresponda ao de despesas mensais fixas.

Claro que nem todos conseguem poupar tanto dinheiro, ainda mais com ordenados baixos mas mesmo que não consiga a totalidade do valor já é muito importante conseguir colocar algum dinheiro de parte todos os meses.

Principalmente se cair numa situação de desemprego esta poupança será uma almofada financeira muito importante para conseguir durante os próximos meses equilibrar o orçamento familiar.

 

Subsídio subsequente de desemprego

Mesmo para quem está a receber o subsídio de desemprego é elementar criar uma poupança de pelo menos  3 meses com o valor das despesas mensais actuais, isto porque a transição do fundo de desemprego para o subsídio subsequente de desemprego demora entre 2 a 3 meses .

Resumindo nesta transição ficará sem qualquer rendimento da Segurança Social e certamente que vai passar por grandes dificuldades financeiras se não tiver um fundo de emergência .

Mesmo que peça o subsídio subsequente de desemprego antes de acabar o fundo de desemprego o mesmo só será analisado após terminar o período do fundo de desemprego e só no mês seguinte é decidido se é ou não aprovado e no mês seguinte é que é dado autorização para o pagamento .

As boas notícias é que o subsídio subsequente de desemprego é pago com retroactivos a contar do dia que expirou o fundo de desemprego e isso fará com que volte a colocar o dinheiro que gastou novamente no seu fundo de emergência.

Não caia no erro de gastar o dinheiro todo porque como se sabe está difícil conseguir um emprego e o subsídio subsequente de desemprego não lhe irá durar para sempre, logo pode vir a ser muito útil a sua poupança em caso de acabar o subsídio e ainda não ter emprego.

 

Outras medidas que podem ajudar se ficar sem emprego

a) A prestação da casa é a despesas que leva normalmente a maior fatia dos rendimentos de uma família, logo é prioridade salvaguardar o seu pagamento em caso de desemprego.

Se for uma casa própria com empréstimo ao banco informe-se em que condições o seu seguro abrange o pagamento das prestações da casa . Em caso de arrendamento já existe seguros de protecção de rendas onde caso fique desempregado ficará protegido pelo seguro que lhe paga as rendas durante determinado meses.

b) Seguros de créditos , leia bem os contratos e verifique em que condições podem ser accionados. Maioria das pessoas só se lembra de verificar as condições quando precisam e por vezes existe desagradáveis surpresas nos contratos.

c) Aproveite as tarifas socias , por exemplo a EDP oferece um desconto na factura para quem esteja a receber o subsídio subsequente de desemprego e para requerer é muito fácil e pode fazer em qualquer balcão da EDP ou mesmo no site. Outros serviços como a SMAS também oferece uma tarifa social em determinados casos assim como por exemplo  A GalpEnergia ( GÁS )

Como pode comprovar existe algumas formas de minimizar os dados financeiros em caso de desemprego. Se conhece mais medidas relevantes partilhe connosco através dos comentários. Gostou deste artigo ? Conhecia todas estas medidas?

Comments

  1. By Helder B

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